“Logo”: a cara de uma empresa

A criação de uma logo, seja para um novo produto, para uma empresa que está nascendo ou para um serviço oferecido, é um trabalho pesado. Que o digam os designers gráficos, que dia após dia são chamados a tirar da cartola da sua criatividade algo que satisfaça as necessidades dos seus clientes – sempre mais exigentes, diga-se de passagem -.

Escolher fonte, cores, símbolos e outros elementos visuais que funcionem não é coisa simples nem rápida, pois a logo (ou “logomarca”, como é comumente chamada), deve possuir duas características essenciais: deve ser visualmente atraente e deve descrever à perfeição aquilo que nasceu para representar.

Em suma, uma logo deve ser uma combinação de ideias que se resumam visualmente na identidade corporatva da empresa, produto ou serviço e, ao mesmo tempo, deve seduzir os consumidores para que se identifiquem com ela e criem um vínculo que os manterá ligados, tudo isso carregando seus atributos de originalidade, unicidade e legibilidade.
Como fazer para encontrar a solução ideal, que faça a marca durar no tempo e que possa renovar-se sempre que necessário? Nada melhor que um exemplo para tentarmos entender…

Então peguemos a logo da Apple, uma marca de sucesso que carrega consigo grande valor emotivo para os inúmeros grupos de entusiastas e fanáticos espalhados pelo mundo.

A primeira logo da Apple foi desenhada em 1976 por Ronald Wayne, um dos fundadores da empresa juntamente com Steve Jobs e Steve Wozniak. Ela representava Isaac Newton sentado sob uma macieira. Steve Jobs, porém, jamais esteve satisfeito com essa representação e contratou o designer gráfico Rob Janoff, criador da famosa “rainbow apple” (maça arco-íris), que identificou visualmente a Apple Inc. por décadas.
Esse desenho está entre as melhores demonstrações de como uma logo pode despertar de forma eficaz a empresa em sua totalidade: seu valor emotivo, sua vontade de inovar, seu perfil jovem e progressista

Com o passar do tempo a marca ganhou atualizações em chave mais moderna, passando a adotar cor uniforme, mas mantendo seu desenho inalterado.
Vale ressaltar que a Apple é uma das pouquíssimas empresas que, mesmo não incluindo seu nome na logo, tem sua identidade visual reconhecida universalmente.

A identidade visual representada pela logo é, portanto, a expressão da alma da empresa, produto ou serviço, é a peça fundamental do branding, é o elemento-chave que será aplicado em todo tipo de material de divulgação , é a face que os outros verão.

Então, ainda acham que “qualquer um” pode criar uma logo?

Fabrizio Vesica – Progetto Grafico

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